Em pleno século XXI a desigualdade de género continua a ser um tema bastante atual e uma das maiores questões que a sociedade enfrenta em matéria de direitos humanos. A posição das mulheres é e sempre foi inferior à dos homens simplesmente pelo facto de serem mulheres.
Embora tenha sido uma contínua luta de várias mulheres ao longo dos tempos, esta temática sofreu, naturalmente, um forte desenvolvimento com a revolução democrática, através da aprovação de uma Constituição que dá forte reconhecimento aos direitos nos quais esta problemática se insere e dos quais resultaram progressos que, por mais que possam parecer pequenos, tomaram um grande impacto neste movimento, como a abolição de leis discriminatórias e o direito à educação, ao voto, ao divórcio, etc.
É certo que o avanço deste tópico é positivo, porém, não é assim na totalidade e ainda existem países em que a mulher é tratada como um objeto e propriedade do homem, onde a mulher é considerada um cidadão de segunda classe e não possui, sequer, autonomia corporal.
Depois de séculos de discriminação e de patriarcado, resulta uma enorme discrepância entre géneros nas economias, sistemas políticos e empresas. As mulheres são excluídas das posições de topo e é possível observar como são constantemente julgadas menos capazes, menos competentes e até mesmo menos inteligentes e reduzidas à sua imagem como se não fossem mais do que isso.
Se se pretende atenuar a desigualdade de géneros e tornar a sociedade mais justa, é necessário fazer alterações e adotar medidas que o defendam.
A União Europeia adotou uma estratégia que tem como finalidade promover a igualdade de género e foca-se em pontos como promover a igualdade de género e os direitos das mulheres em todo o mundo, reduzir o diferencial de salários, aumentar a participação das mulheres no mercado de trabalho e promover a independência económica de mulheres e homens.
Desde sempre existiram mulheres de sucesso em todas as áreas, na ciência em que a física Lise Meitner descobriu a divisão de átomos, Nettie Stevens com a descoberta dos cromossomas sexuais, ou até mesmo Marie Curie e a radioatividade. As mulheres são fortes, capazes e bem sucedidas, devendo lhe ser reconhecido o mérito que têm e merecem!
